Boletim SHALOM - Examinando os fatos históricos através da luz das infalíveis Escrituras Sagradas

" ... os filhos de Issacar, destros na ciência dos tempos, para saberem o que Israel devia fazer, duzentos de seus chefes e todos os seus irmãos seguiam suas ordens." 1 Crônicas 12:32.

Apoio mundial a acordo nuclear com Irã deixa Israel com poucas opções (Daniel 9.27; Zacarias 12.3)

O acordo nuclear entre o Irã e as grandes potências, na terça-feira (14), foi um pesado revés pessoal para o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu. O êxito nas negociações colocou-o em oposição à comunidade internacional e com poucas opções para torpedear um acordo que passou anos tentando impedir. Netanyahu chamou o acordo de "chocante erro histórico", afirmando que ele não impediria o Irã de desenvolver a capacidade de fabricar armas nucleares. E tampouco faz qualquer coisa para tratar do apoio da República Islâmica a grupos militantes hostis, ele afirmou. Falando a jornalistas, Netanyahu afirmou que o acordo que alivia as sanções em troca de restrições ao programa nuclear do Irã, suspeito de desejar desenvolver uma bomba atômica, não se aplicava a Israel, e deu a entender fortemente que ação militar continua a ser uma opção. "Israel não se sente compelido a respeitar esse acordo com o Irã porque o Irã continua a buscar a nossa destruição", declarou. "Sempre nos defenderemos".
(Josef Federman, AP).

 


 

Cresce interesse dos jovens franceses por Israel

O ataque terrorista, há cerca de uma semana e meia atrás, juntamente com os incidentes antissemitas, tem levado muitos jovens Judeus da França a expressar um interesse, sem precedentes, em fazer aliá. Os principais argumentos são familiares, mas há um fator adicional: muitos jovens estão céticos sobre o que o futuro reserva para eles na Europa, em geral, e particularmente na França, e eles acreditam que Israel oferece ainda melhores oportunidades de trabalho. Os dados indicam que a maioria dos participantes acabam fazendo aliá(retorno, subida à Israel), principalmente, de seis meses para cá, após o ataque a um mercado kasher em Paris. No primeiro trimestre de 2015 houve um aumento de 77% no número de fichas abertas com a Agência Judaica (5.201 pessoas em comparação com 2.936 no ano passado). Um salto de 110% foi registrado no número de participantes em conferências de informação.


 

Por que devemos prestar atenção aos cristãos ortodoxos?

Por que, quando falamos de Israel, associamos ao judaísmo, quando falamos do Irã ou Arábia Saudita, associamos ao islamismo, e quando falamos do Ocidente, associamos ao cristianismo, mas quando falamos de Rússia, Grécia ou Síria não falamos dos cristãos ortodoxos? E por que esta insistência em achar que a Cristandade se resuma a católicos, protestantes e evangélicos?

Quem conhece Jerusalém sabe da importância dos cristãos ortodoxos, principal grupo cristão da cidade. E o cristianismo ortodoxo tem um papel ultra relevante na geopolítica internacional. Basta lembrar que a segunda maior potência militar do mundo é a Rússia, cristã ortodoxa. A Grécia, no coração da maior crise europeia deste século, também é cristã ortodoxa. Parte do apoio ao regime de Bashar Al Assad vem de cristãos ortodoxos. Aliás, há milícias cristãs ortodoxas lutando contra o EI (Estado Islâmico).

Os cristãos ortodoxos se dividem em oito patriarcados – Alexandria, Antioquia (hoje removido para Damasco), Jerusalém, Moscou, Geórgia, Sérvia, Romênia e Bulgária. Além destes, temos o Patriarcado Ecumênico de Istambul (ex-Constantinopla). O Patriarca ecumênico se chama Bartolomeu I e ele exerce enorme influência no Leste Europeu e em regiões do Oriente Médio.

Um dos motivos da Rússia apoiar o regime de Assad, embora longe de ser o mais importante, é a população cristã ortodoxa síria. Na visão de Moscou, se o regime de Assad cair, os cristãos ortodoxos sírios tendem a ser perseguidos e massacrados. O Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa abertamente condena os que apoiam intervenção ocidental para derrubar Assad na Síria.

Quando vemos a Rússia se aproximando de Chipre e da Grécia, não podemos esquecer que estes países também são cristãos ortodoxos. Mesmo com o comunismo sendo contra a religião, culturalmente os países do Leste Europeu ortodoxos, como a Bulgária, possuíam uma relação melhor com Moscou do que católicos, como a Polônia.

Na semana passada, completou-se 20 anos do massacre de Srebrenica, cometido por sérvios, que são cristãos ortodoxos, e foram apoiados pelos russos, também cristãos ortodoxos. Curiosamente, tanto na Guerra da Bósnia quanto na de Kosovo, o Ocidente defendeu os muçulmanos contra os cristãos ortodoxos.

No Líbano, os cristãos ortodoxos são minoria entre os cristãos. A maior parte dos cristãos libaneses é cristã maronita, uma vertente catolicismo no Oriente, com ritos distintos dos católicos-romanos e com Patriarca próprio. Por lei, o presidente libanês e o chefe das Forças Armadas precisam ser cristãos maronitas. Mas muitos dos imigrantes libaneses para o Brasil possuem origem cristã ortodoxa, incluindo o meu avô paterno. No Clube Monte Líbano de São Paulo, muitos sócios são cristãos ortodoxos. (Guga Chacra – de Nova Iorque)

ONU e Israel assinam acordo de tecnologia espacial

Durante a "58ª sessão da Comissão sobre Usos Pacíficos do Espaço Sideral", realizada em Viena, na Áustria, o Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Sideral assinou um acordo de cooperação com Israel para usar a tecnologia de satélite do país para salvar vidas após desastres naturais e emergências espaciais. Pelo acordo, Israel aplicará o seu satélite de observação da Terra "Optsat 2000" para coletar informações sobre problemas de proteção ambiental, gestão de água, planejamento urbano e assistência humanitária após desastres naturais, entre outros. Para o ministro de Ciência, Tecnologia e Espaço de Israel, Danny Danon, "esse acordo prova que Israel é um líder em tecnologia espacial e tem muito a contribuir com a humanidade nessa área, especialmente no desenvolvimento e na pesquisa de satélites".

Nos últimos anos, Israel se tornou um líder industrial em desenvolvimento de satélites e tecnologias espaciais. A Agência Espacial Israelense trabalhou estreitamente com a NASA e a Agência Espacial Europeia durante várias décadas para desenvolver os programas espaciais mais avançados e impressionantes do mundo. Invenções israelenses, como o sistema de ultrassom cardiovascular Vivid-q, são usadas para monitorar a saúde do astronauta no espaço e são responsáveis pela descoberta de que um período prolongado no espaço pode causar o encolhimento do coração, uma condição chamada atrofia cardíaca. Além disso, a tecnologia de Israel foi usada para controlar a sonda Curiosity enquanto o veículo explora as possibilidades de vida em Marte.


Queridos amigos, nosso amado Aleksander Henryk Laks faleceu hoje. Cremos ​​que, por inúmeros sinais divinos e testemunhos, Yeshua se revelou a ele.

Mais detalhes sobre o sepultamento Clique Aqui!

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